26
jan
10

Andando na contramão

ALELUIA IRMÃOS! Depois de ficar mais de um mês sem computador, cá estou eu. De fato, esse meu PC gerou uma novela de mais de 4 meses, mas finalmente ele está consertado. Pelo menos, eu acho que está…

Tem muita coisa pra descer o pau, e eu perdi o momentum: natal, virada do ano, compras, congestionamento para ir pra praia… Toda essa merda que se repete e cada vez está pior.

Mas, tudo isso me lembrou que preciso descer o cacete nessa nossa nessessidade compulsiva de ter um automóvel. O ideal de felicidade SUPREMA do brasileiro é ter um carro. Se for UM para cada membro da família, melhor. AH! O símbolo do sucesso extremo: o pai com seu sedã, a mãe com um SUV (Sport Utility Vehicle – que capota fácil “pacarario” nas curvas) e os filhos adolescentes com um hatch. No começo do dia, os pais vão trabalhar felizes da vida, ficando até 4 horas no congestionamento. De noite, os filhos vão pra faculdade e seguem pra balada, voltam bêbados e batem o carro (poderiam atropelar um mendigo, “menos mal”).

Ok, seriamente: será que precisamos tanto de um carro mesmo? Será que cada ser humano na face da terra precisa de um? Se seguirmos nessa escola fracassada de pensamento, a vida nossa será resumida em congestionamentos, poluição, e… OPA! Isso já acontece, não é futuro. Melhor mudar de assunto, senão vão me atropelar na rua.


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